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terça-feira, 14 de julho de 2015

O que é pronome?

Pronome é a classe de palavras que substitui o substantivo (nome). Tem a finalidade de indicar a pessoa do discurso ou situar no tempo e espaço, sem utilizar o seu nome.
Pronome substantivo é aquele que desempenha a função de substantivo. Exemplo: Ela é minha convidada.
Pronome adjetivo é aquele que acompanha ou modifica um substantivo. Exemplo: Minha caneta é azul, aquelas canetas são azuis.
Os pronomes variam em gênero, número e pessoa.
Os pronomes possuem várias características: formam vários sistemas morfológicos fechados (eu, tu, ele/ela, etc; meu/minha, teu/tua, seu/sua, etc.); na sua maioria aceitam, como os nomes, morfemas de gênero e número; atuam por alusão a algo já mencionado ou implícito na mensagem ou no contexto linguístico ou extralinguístico, mantendo, mesmo quando isolados, uma base semântica genérica com capacidade de se referirem a outra realização léxica, etc.

Pronomes de tratamento

Os pronomes de tratamento indicam o tratamento formal ou informal: Você,Vossa ExcelênciaVossa Majestade...

Pronomes relativos

Pronomes relativos são aqueles que se referem a um termo mencionado anteriormente: cujoo qualas quaisquem... Estabelecem uma relação entre aquilo a que se refere e a afirmação que vai ser feita a seu respeito.

Pronomes pessoais

Os pronomes pessoais representam as pessoas do discurso (primeira, segunda ou terceira): eutuele/elanósvóseles/elas. Também são pronomes pessoais as formas que servem de complementos (memimcomigonosconoscoteti,contigovosconvoscooalhesesiconsigoosaslhes).

Pronomes demonstrativos

Pronomes demonstrativos indicam a posição de algo, situando no espaço e tempo: esteissoaquilo... Estes pronomes estabelecem uma relação entre o que representa ou determina e os três âmbitos do discurso: esteessaaquele, etc.

Pronomes possessivos

Pronomes possessivos exprimem a noção de posse de algo: meuteusua,vosso... Indica aquele a quem pertence aquilo que é referido no discurso.

Pronomes indefinidos

Pronomes indefinidos indicam a quantidade do que representa de modo vago ou impreciso: ninguémalguémqualquer...

Pronomes interrogativos

Pronome interrogativos servem para formular uma interrogação. Normalmente se trata de um pronome relativo usado para interrogar: quemquequal...

Pronomes oblíquos

Os pronomes oblíquos atuam como complemento direto ou indireto: metelhe,semimti...

sexta-feira, 10 de julho de 2015

Você tem vida privada de verdade (nas redes sociais)?


Trabalho sobre as redes sociais...

Texto para ajudar o grupo que vai fazer o trabalho sobre corrupção...

TEXTO ARTIGO DE OPINIÃO
                                                     Corrupção cultural ou organizada?
 
                                                                                                             Renato Janine Ribeiro
       Precisamos evitar que a necessária indignação com as microcorrupções "culturais" nos leve a ignorar a grande corrupção.
      Ficamos muito atentos, nos últimos anos, a um tipo de corrupção que é muito frequente em nossa sociedade: o pequeno ato, que muitos praticam, de pedir um favor, corromper um guarda ou, mesmo, violar a lei e o bem comum para obter uma vantagem pessoal. Foi e é importante prestar atenção a essa responsabilidade que temos, quase todos, pela corrupção política - por sinal, praticada por gente eleita por nós.
       Esclareço que, por corrupção, não entendo sua definição legal, mas ética. Corrupção é o que existe de mais antirrepublicano, isto é, mais contrário ao bem comum e à coisa pública. Por isso, pertence à mesma família que trafegar pelo acostamento, furar a fila, passar na frente dos outros. Às vezes é proibida por lei, outras, não.
       Mas, aqui, o que conta é seu lado ético, não legal. Deputados brasileiros e britânicos fizeram despesas legais, mas não éticas. É desse universo que trato. O problema é que a corrupção "cultural", pequena, disseminada - que mencionei acima - não é a única que existe. Aliás, sua existência nos poderes públicos tem sido devassada por inúmeras iniciativas da sociedade, do Ministério Público, da Controladoria Geral da União (órgão do Executivo) e do Tribunal de Contas da União (que serve ao Legislativo).
       Chamei-a de "corrupção cultural" pois expressa uma cultura forte em nosso país, que é a busca do privilégio pessoal somada a uma relação com o outro permeada pelo favor. É, sim, antirrepublicana. Dissolve ou impede a criação de laços importantes. Mas não faz sistema, não faz estrutura.
        Porque há outra corrupção que, essa, sim, organiza-se sob a forma de complô para pilhar os cofres públicos - e mal deixa rastros. A corrupção "cultural" é visível para qualquer um. Suas pegadas são evidentes. Bastou colocar as contas do governo na internet para saltarem aos olhos vários gastos indevidos, os quais a mídia apontou no ano passado.
        Mas nem a tapioca de R$ 8 de um ministro nem o apartamento de um reitor - gastos não republicanos - montam um complô. Não fazem parte de um sistema que vise a desviar vultosas somas dos cofres públicos. Quem desvia essas grandes somas não aparece, a não ser depois de investigações demoradas, que requerem talentos bem aprimorados - da polícia, de auditores de crimes financeiros ou mesmo de jornalistas muito especializados.
        O problema é que, ao darmos tanta atenção ao que é fácil de enxergar (a corrupção "cultural"), acabamos esquecendo a enorme dimensão da corrupção estrutural, estruturada ou, como eu a chamaria, organizada.
         Ora, podemos ter certeza de uma coisa: um grande corrupto não usa cartão corporativo nem gasta dinheiro da Câmara com a faxineira. Para que vai se expor com migalhas? Ele ataca somas enormes. E só pode ser pego com dificuldade.
         Se lembrarmos que Al Capone acabou na cadeia por ter fraudado o Imposto de Renda, crime bem menor do que as chacinas que promoveu, é de imaginar que um megacorrupto tome cuidado com suas contas, com os detalhes que possam levá-lo à cadeia - e trate de esconder bem os caminhos que levam a seus negócios.
         Penso que devemos combater os dois tipos de corrupção. A corrupção enquanto cultura nos desmoraliza como povo. Ela nos torna "blasé". Faz-nos perder o empenho em cultivar valores éticos. Porque a república é o regime por excelência da ética na política: aquele que educa as pessoas para que prefiram o bem geral à vantagem individual. Daí a importância dos exemplos, altamente pedagógicos.
        Valorizar o laço social exige o fim da corrupção cultural, e isso só se consegue pela educação. Temos de fazer que as novas gerações sintam pela corrupção a mesma ojeriza que uma formação ética nos faz sentir pelo crime em geral.
         Mas falar só na corrupção cultural acaba nos indignando com o pequeno criminoso e poupando o macrocorrupto. Mesmo uma sociedade como a norte-americana, em que corromper o fiscal da prefeitura é bem mais raro, teve há pouco um governo cujo vice-presidente favoreceu, antieticamente, uma empresa de suas relações na ocupação do Iraque.
          A corrupção secreta e organizada não é privilégio de país pobre, "atrasado". Porém, se pensarmos que corrupção mata - porque desvia dinheiro de hospitais, de escolas, da segurança -, então a mais homicida é a corrupção estruturada. Precisamos evitar que a necessária indignação com as microcorrupções "culturais" nos leve a ignorar a grande corrupção. É mais difícil de descobrir. Mas é ela que mata mais gente.

Retirado da Folha de S. Paulo, 28/6/2009. Renato Janine Ribeiro, 59, é professor titular de ética e filosofia política do Departamento de Filosofia da USP. É autor, entre outras obras, de República (Publifolha. Coleção Folha Explica). (Texto retirado do material da Olimpíada de Língua Portuguesa, caderno Pontos de Vista - 2010.)

quarta-feira, 8 de julho de 2015

Atividade de charge (cartum) sobre o tema "maioridade penal"



 Você concorda ou discorda com a crítica feita nessa charge? Justifique sua opinião.

ATIVIDADE DE PRODUÇÃO TEXTUAL
Que tal mobilizar uma discussão sobre o tema "maioridade penal" na sua escola? Produzam uma charge que tenha como objetivo incentivar a comunidade escolar a refletir sobre essa questão



Autoria Professor Diogo

Charge (cartum) sobre o tema "maioridade penal"

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sábado, 4 de julho de 2015

 

A mídia em nossas vidas: Informação ou manipulação ?

 "A massa mantém a marca, a marca mantém a mídia e a mídia controla a massa"

(George Orwell)